O CONCEG Notícias traz uma linha do tempo relativa ao acionamento das bandeiras tarifárias neste primeiro semestre de 2026.
Ao mesmo, por enquanto, o quadro se apresenta favorável aos consumidores de energia, que não tiveram ônus na conta de luz e quatro dos seis primeiros meses deste ano.
Ou seja, foram quadro meses consecutivos com o acionamento da bandeira verde, que não traz nenhum incremento à conta de energia.
Mas, por outro lado, já são dois meses consecutivos de bandeira amarela, o que já implica em ônus para os consumidores.
Para quem não sabe, o sistema de bandeiras tarifárias está em vigor no Brasil desde 2025.
Esse sistema, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), sinaliza aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.
Para tanto, as cores das bandeiras (verde, amarela ou vermelha), definidas mensalmente, indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade.
Segundo a Agência, não existe, portanto, um novo custo, mas um sinal de preço que sinaliza para o consumidor o custo real da geração no momento em que ele está consumindo a energia, dando a ele a oportunidade de adaptar seu consumo, se assim desejar.
O que significa cada cor e quanto custa?
Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;
Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;
Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
Com informações da ANEEL
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Confira abaixo a linha do tempo das bandeiras tarifárias- Janeiro/junho 2026
