Linha do tempo: saiba como foi o acionamento das bandeiras tarifárias em 2025

Neste mês de dezembro, conforme anunciado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), está vigorando a bandeira amarela, que impõe um adicional na conta de energia elétrica dos consumidores.

As bandeiras são acionadas mensalmente, levando em consideração as condições de geração de energia no país.

Se as condições são favoráveis, é acionada a bandeira verde, que não traz nenhum ônus para o consumidor. Mas, se as condições não forem favoráveis, a depender da situação, são acionadas as bandeiras tarifárias amarela, vermelha patamar 1 e vermelha patamar 2.

De acordo com a ANEEL, o sistema, implantado em 2015, é uma forma diferente de apresentar um custo que já estava na conta de energia, mas que geralmente passava despercebido.

Não existe, portanto- conforme a Agência- um novo custo, mas um sinal de preço que sinaliza para o consumidor o custo real da geração no momento em que ele está consumindo a energia, dando a oportunidade de adaptar seu consumo, se assim desejar.

Balanço

Ao longo deste ano, a bandeira verde foi acionada em quatro meses: janeiro, fevereiro, março e abril.

No mês de maio, a bandeira aplicada foi a amarela. Em junho e julho, houve acionamento da bandeira vermelha patamar 1.

Em agosto e setembro, as condições ruins de geração de energia determinaram o acionamento da bandeira vermelha patamar 2.

Nos meses seguintes, ou seja, em setembro e outubro, vigorou a bandeira vermelha patamar 1. E agora, em dezembro, houve acionamento da bandeira amarela.

Sendo assim, apenas nos quatro primeiros meses do ano, os consumidores não tiveram ônus decorrentes de condições não favoráveis à geração.  Nos demais meses, a conta de energia veio acompanhada do valor aplicável a cada bandeira.

O que significa cada cor e quanto custa?

Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;

Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido. (Com informações da ANEEL)

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Confira a linha do tempo das bandeiras tarifárias em 2025