Durante o período de estiagem, é comum que moradores e motoristas se deparem com focos de incêndio próximos a postes e fiação elétrica na cidade ou nas rodovias.
Para esses casos, a Equatorial Goiás reforça as orientações de segurança que devem ser seguidas para evitar acidentes e agilizar o atendimento.
A primeira recomendação é manter distância do local. Mesmo quando as chamas não atingem diretamente a estrutura, o calor pode danificar postes, transformadores e cabos, que podem se romper ou cair a qualquer momento.
Como referência geral, a orientação é se manter o mais distante possível de qualquer ponto onde haja fogo próximo à rede elétrica, afastando-se ainda mais se houver fumaça densa ou ruído de faíscas.
O Corpo de Bombeiros (193) deve ser sempre o primeiro contato diante de um foco de incêndio, já que a prioridade nesse momento é o combate às chamas.
Quando o fogo estiver próximo a postes, transformadores ou cabos, ou se houver fios caídos, fumaça saindo de equipamentos ou estalos na rede, a Equatorial Goiás também deve ser acionada, para que a área seja desenergizada com segurança antes da chegada das equipes de combate ao incêndio.
Fumaça e fuligem
Segundo a executiva de Segurança do Trabalho da Equatorial Goiás, Suzane Caires, mesmo a fumaça e a fuligem podem representar risco ao sistema elétrico.
“A fuligem pode se depositar sobre os equipamentos e reduzir a capacidade de isolamento. Por isso, em alguns casos, pode ocasionar fuga de corrente e até curtos-circuitos e o fornecimento é interrompido automaticamente mesmo sem o fogo ter atingido diretamente os equipamentos”, explica.
A companhia também alerta para o cuidado com cabos que caem durante um incêndio. Nesses casos, a orientação é considerar que o fio está sempre energizado, mesmo que pareça inerte: não se deve tocar nele, tentar removê-lo ou se aproximar.
O ideal é manter distância e comunicar imediatamente a distribuidora.
Fique atento!
Ainda de acordo com a Equatorial Goiás, não é recomendado tentar apagar o fogo próximo à rede elétrica com água, especialmente se houver risco de o jato atingir cabos ou transformadores, nem usar objetos metálicos ou molhados para afastar galhos e fios das chamas.
Permanecer no local por curiosidade também deve ser evitado, já que a fumaça e o calor representam risco à saúde.
A executiva reforça que a comunicação rápida da população é decisiva para a segurança de todos.
“Quanto antes a empresa for informada sobre um foco de incêndio próximo à rede, mais rápido a área pode ser desenergizada, reduzindo riscos tanto para moradores quanto para as equipes técnicas”, completou Suzane.
Com informações da Equatorial Goiás
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