Sistema de bandeiras tarifárias vigora há 10 anos no Brasil. Entenda como funciona!

Desde 2015, ou seja, há 10 anos, os consumidores de energia elétrica do país convivem com o sistema de bandeiras tarifárias.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica, a ANEEL, esse sistema sinaliza aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.

Para tanto, as cores das Bandeiras (verde, amarela ou vermelha- patamar 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade.

Ainda de acordo com a Agência, o sistema é uma forma diferente de apresentar um custo que já estava na conta de energia, mas que geralmente passava despercebido.

Não existe, portanto, um novo custo, mas um sinal de preço que sinaliza para o consumidor o custo real da geração no momento em que ele está consumindo a energia, dando a oportunidade de adaptar seu consumo, se assim desejar.

Com as bandeiras tarifárias, destaca a ANEEL, a conta de luz fica mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.

Antes desse sistema, as variações que ocorriam nos custos de geração de energia, para mais ou para menos, eram repassados até um ano depois, no reajuste tarifário seguinte.

Dezembro

Nesse mês de dezembro, a ANEEL anunciou que a bandeira tarifária em vigor será a amarela. Ainda que menor, ela representa um ônus a mais na conta de energia dos consumidores.

O que significa cada cor e quanto custa?

Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;

Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Com informações da ANEEL
Edição: CONCEG Notícias
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