A geração hidráulica tem forte participação na matriz elétrica brasileira. Essa fonte renovável, portanto, responde pelo abastecimento de boa parte das residências, comércios, indústrias, entre outros.
Mas, muita gente ainda não sabe como que a água vira energia. Claro, não é um passe de mágica. Para isso acontecer, existe todo um processo.
Para explicar, o CONCEG Notícias buscou um quadro informativo na Agência Nacional de Energia Elétrica, a ANEEL, que é o órgão que regula o setor elétrico no Brasil.
Então, vamos nessa!
Primeiro, para gerar energia, é preciso um rio com volume e força suficiente de água. É essa energia natural do fluxo que movimenta todo o processo de geração.
Segundo a ANEEL, existem diferentes formas de aproveitar a força da água e, sendo assim, há uma classificação de hidrelétricas:
UHE- Grandes usinas hidrelétricas;
PCH- Pequenas centrais hidrelétricas;
CGH- Centrais de menor porte, mais próximos do consumo.
As usinas podem funcionar de maneiras diferentes: – Fio d´água, que usam o fluxo natural do rio, com reservatórios menores; – Com reservatório, que armazenam água em lagos artificiais para regular a geração.
A escolha do modelo depende da geografia, da demanda de energia e dos impactos ambientais.
Da água à eletricidade
Passo 1: A água é conduzida por túneis até a casa de força, onde ficam as turbinas;
Passo 2: O fluxo faz as pás das turbinas girarem rapidamente, transformando energia cinética em mecânica.
Passo 3: Os geradores transformam essa energia (mecânica) em energia elétrica.
O que acontece depois?
A água retorna ao rio. A energia gerada segue pelas linhas de transmissão, pelas distribuidoras até chegar ao consumidor final.
Com informações e imagens da ANEEL
Edição: CONCEG Notícias
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