Operação combate furto, desvio e comércio ilegal de materiais da rede elétrica

O Grupo Equatorial realizou, no dia 19/8 último, a segunda edição da Operação Equi-Cobre 2026.

A iniciativa contou com o apoio das Polícias Militar e Civil, além de órgãos de fiscalização, reforçando o compromisso da empresa com a proteção da infraestrutura elétrica e a continuidade do fornecimento de energia para milhões de clientes.

A ação tem como objetivo combater o furto, o desvio e a comercialização ilegal de materiais pertencentes à rede elétrica, prática criminosa que gera prejuízos à sociedade e pode comprometer a qualidade e a segurança do serviço prestado.

Segundo o gerente de segurança empresarial do Grupo Equatorial, Johnathan Costa, o furto de cabos, transformadores e outros equipamentos afeta diretamente o fornecimento de energia, podendo provocar interrupções, danos à infraestrutura e riscos à segurança da população e pode impactar serviços essenciais.

Alvos

Ao todo, foram fiscalizados 72 alvos, entre sucatas, recicladoras, fundições, ferros-velhos e outros estabelecimentos que trabalham com materiais metálicos, buscando identificar materiais com indícios de origem ilícita.

Durante a operação, foram apreendidos 680 kg de cabos e materiais de cobre/alumínio.

“A Operação Equi-Cobre é uma importante ferramenta de prevenção e combate aos crimes contra a infraestrutura elétrica. A atuação integrada com as forças de segurança e órgãos fiscalizadores fortalece as ações de inteligência e fiscalização, contribuindo para coibir o mercado ilegal desses materiais e garantir mais segurança e confiabilidade ao sistema elétrico”, destaca Johnathan Costa.

Sobre a Operação Equi-Cobre

A Operação Equi-Cobre foi criada para proteger os ativos da concessionária, combater práticas ilícitas e reduzir os impactos dos crimes contra a infraestrutura elétrica, que afetam diretamente a população.

O nome é a junção de “EQUI”, em referência aos equipamentos que compõem a rede elétrica, e “COBRE”, um dos principais materiais presentes nos cabos e componentes utilizados na distribuição de energia.

De acordo com a Lei nº 15.181, sancionada em 28 de julho de 2025, os crimes de furto, roubo e receptação de fios, cabos e equipamentos utilizados no fornecimento ou transmissão de energia elétrica agora têm punições mais severas.

Penas

A pena para furto qualificado de materiais usados em serviços essenciais foi elevada para 2 a 8 anos de reclusão, além de multa.

Em casos de roubo que comprometa serviços públicos essenciais, a pena passa a ser de 6 a 12 anos de reclusão e multa.

Para o crime de receptação simples, a pena pode chegar a 4 anos de reclusão e multa. No caso de receptação qualificada, a pena é de até 8 anos, mas pode ser dobrada se envolver bens ligados a serviços essenciais, podendo chegar a até 16 anos de reclusão e multa.

Com informações da Equatorial Goiás
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